quinta-feira, 3 de junho de 2010

Participem dessa campanha,!!!!!


É de causar revolta em qualquer pessoa comprometida com a educação e bom desenvolvimento das crianças. Há um Projeto de lei 6755/2010 que busca tornar obrigatório o ensino fundamental para crianças de cinco anos. Isso mesmo, CINCO ANOS. Baixar para seis já foi um absurdo, o que dirá para cinco. Uma coisa é você optar por colocar os filhos com 5, 4, 2 anos na escola (eu não concordo com isso, mas os pais tem liberdade para escolher). Outra coisa é ser OBRIGADO a mandar uma criancinha de 5 anos para aprender a ler e escrever. Socorro, onde estamos?
Sendo assim, mesmo que para você isso seja algo irrelevante, colabore conosco e gaste pouco mais de 1minuto para assinar uma petição para anulação deste projeto.
Este é o link: http://primeirainfancia.org.br/2010/05/participe-da-nossa-peticao-online/
Mesmo que você ache que as criancinhas de 1,3,5 anos devam ir para a escola, há de concordar que não deve ser isso uma obrigação imposta por um governos que, em nada, está preocupado em fornecer uma educação de qualidade e responsabilidade para nossos filhos.
Participe!!!
Desde já, muito obrigada.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Ordem no caos



Gente, eu amo cuidar da minha casa, mas tem horas que penso que vou enlouquecer. De onde vem tanta louça? E os brinquedos? Têm vida própria e correm pela casa. Sem falar nas roupas para lavar e passar, que brotam sem parar. Enfim, é preciso muita disciplina e organização para manter a casa arrumada (o mínimo possível) sem deixar de viver as outras coisas boas da vida. Sendo assim, tenho procurado em vários sites algumas dicas de como se organizar. Abaixo, listei algumas. Ainda não consigo colocar todas em prática mas, aos poucos, vou progredindo. Espero que NOS ajude!

EVITE IR E VIR O TEMPO INTEIRO
Ao ir para a cozinha, olhe em volta e veja se tem algo mais que precise ser levado para lá. Idem quartos, lavanderia, sala.
Se há algo que geralmente é usado no banheiro, na sala ou na lavanderia, deixe-o guardado lá. Limpe os cômodo em ordem seqüencial, um por vez. Ao limpar um cômodo, leve para lá tudo o que precisará para a limpeza, como panos, frascos spray com produtos diversos, saco de lixo, vassoura, rodo, esponjas.

NÃO DEIXE ACUMULAR

Abriu, fechou; pegou, guardou; limpou, sujou. Na hora.
Deixe frascos vaporizadores, panos limpos e papel toalha sempre à mão. Se ver algo sujo, limpe imediatamente. Se ver algo bagunçado, arrume na hora que colocar os olhos nele. Não é vc que tem que se adaptar as necessidades de limpeza e organização da casa, mas a casa que tem que se adaptar a disponibilidade de tempo que vc tem para limpá-la e organizá-la. Limpe TODO DIA. Agende um tempo diário para limpar a casa e neste tempo faça tudo o mais rápido e melhor que puder. Acabou o tempo, paciência. No outro dia recomece. Aos poucos as coisas vão ficando em ordem. Não só a sujeira e bagunça são acumulativas, a limpeza e a ordem também.

Use um cronômetro (ou na falta dele um despertados) para controlar o tempo em cada cômodo. Use cinco ou quinze minutos para cada cômodo ou tarefa. Quando acabar o tempo, vá para outro cômodo ou tarefa. Mesmo que algo tenha ficado inacabado, no outro dia vc recomeça, aos poucos vc deixa a casa limpinha e organizada.


ROUPAS

Já reparou como o segundo ciclo de lavagem é absolutamente inútil? Se o sabão é usado apenas na primeira vez e em pouca quantidade (eu uso 3 colheres das de sopa para roupas coloridas, escuras e não muito sujas e 6 para brancas e muito sujas) e se a máquina centrifuga bem, não há necessidade de enxaguar duas vezes. Geralmente a água do segundo enxague sai perfeitamente limpa. Pode-se economizar muita água e tempo lavando roupas normais com um ciclo apenas.
Se usar um sabao de boa qualidade e deixar as peças de molho antes de lavá-las, a sujeira sai fácil sem precisar esfregar.

MENOS É MAIS
Tudo o que temos em casa gera um custo em termos de energia, espaço e dinheiro (!) Cada pequeno objeto que temos em casa precisa ser arrumado, limpo, eventualmente movido. Por isso é muito importante ter em casa apenas o que usa, gosta, quer e/ou precisa. Nada de armários entulhados de coisas que um dia vai usar, moveis e enfeites entupindo cada centímetro da casa. Se tiver quebrado, conserte, se tiver sujo, limpe, se tiver bagunçado arrume, se não usar, jogue fora ou doe. Simples assim.

fonte: Comunidade Fazendo muito com pouca grana (orkut)

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Mamar faz bem!


Hoje li um texto científico, bem interessante, sobre amamentação. Vai de encontro a MUITAS coisas que tenho visto e ouvido, inclusive de pediatras. É um texto longo, contudo, para aqueles que têm algum vínculo com amamentação, certamente vale muito a pena.
Amamentei minha Júlia até completar 2,5 anos e o desmame foi muito tranquilo, muito mesmo. Sophia vai mamar até quando ela quiser ou quando vier outro bebê e eu perceber que está sendo difícil conciliar, como foi com a Juju. Foi uma experiência muito boa e, com a leitura do texto, vocês verão o quanto foi benéfico para ela e está sendo para Sophia também.
Em relação ao texto,
gostaria apenas de deixar claro que não acredito em evolução (citado pela autora), e sim na teoria do criacionismo. Contudo, isso não compromete as demais informações e esclarecimentos contidos no artigo. Boa leitura!

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Elsa Regina Justo Giugliani*

*Pediatra, professora da Faculdade de Medicina da UFRGS, presidente do Departamento de Aleitamento Materno da SBP, Especialista em Aleitamento Materno pelo IBLCE (International Board of Lactation Consultant Examiners)

O homem é o único mamífero em que o desmame (aqui definido como a cessação do aleitamento materno) não é primariamente determinado por fatores genéticos e instinto, sendo fortemente influenciado por fatores socioculturais. Hoje, ao contrário do que ocorreu por pelo menos dois milhões de anos, ao longo da evolução da espécie humana, a mulher opta (ou não) pela amamentação e, influenciada por múltiplos fatores, decide por quanto tempo vai (ou pode) amamentar. Muitas vezes, as preferências culturais (não amamentação, introdução precoce de outros alimentos na dieta da criança, amamentação de curta duração) entram em conflito com a expectativa da espécie. Algumas conseqüências dessa divergência já puderam ser observadas, como desnutrição e alta mortalidade infantis, sobretudo em áreas menos desenvolvidas. Porém, as conseqüências a longo prazo ainda não são totalmente conhecidas, já que transformações genéticas não ocorrem com a rapidez com que podem ocorrer mudanças de hábitos. Começam a ser mostradas evidências de que o não amamentar segundo as expectativas da espécie pode ter repercussões negativas ao longo da vida dos indivíduos. Assim, a não amamentação ou amamentação sub-ótima pode favorecer o aparecimento de doenças alérgicas, diversas doenças do sistema imunológico, alguns tipos de cânceres, obesidade, diabete e doenças cardiovasculares, além de interferir negativamente no desenvolvimento oro-facial. Provavelmente, com o aparecimento de novas pesquisas nessa área, outros males serão relacionados com os hábitos “modernos” de alimentação infantil, mas alguns aspectos dificilmente podem ser quantificados, especialmente os relacionados com a psique humana.

Atualmente, em especial nas sociedades ocidentais, a amamentação é vista primordialmente como uma forma de alimentar a criança, sob o controle total dos adultos. Assim, perdeu-se a percepção da amamentação como um processo mais amplo, complexo, envolvendo intimamente duas pessoas e com repercussão na saúde física e no desenvolvimento cognitivo e emocional da criança, além de repercussões para a saúde física e psíquica da mãe. Hoje, em muitas culturas “modernas”, a amamentação prolongada (cujo conceito varia de acordo com a “convenção” da época e do local) freqüentemente é vista como um distúrbio inter-relacional entre mãe e bebê. Perdeu-se a noção de que o desmame não é um evento e sim um processo, que faz parte da evolução da mulher como mãe e do desenvolvimento da criança, assim como sentar, andar, correr, falar. Nesta lógica, assim como nenhuma criança começa a andar antes de estar pronta, nenhuma criança deveria ser desmamada antes de atingir a maturidade para tal. Em harmonia com esta linha de pensamento, Dr. William Sears, um antigo pediatra, recomendava “Não limite a duração da amamentação a um período pré-determinado. Siga os sinais do bebê. A vida é uma série de desmames, do útero, do seio, de casa para a escola, da escola para o trabalho. Quando uma criança é forçada a entrar em um estágio antes de estar pronta, corre o risco de afetar o seu desenvolvimento emocional”. Essas palavras sábias podem ter pouco respaldo em sociedades individualistas, que tendem a acelerar o processo de independização do ser humano, substituindo o seio por métodos de auto-consolo como chupetas, paninhos, mantinhas, ursinhos, etc.

Segundo diversas teorias, o período natural de amamentação para a espécie humana seria de 2,5 a sete anos. Atualmente, a Organização Mundial da Saúde recomenda aleitamento materno por dois anos ou mais, sendo exclusivo nos primeiros seis meses. Apesar dessa recomendação, muito poucas mulheres no Brasil amamentam por mais de dois anos. As razões para a não amamentação prolongada variam desde dificuldade em conciliar a amamentação com outras atividades, até crença de que aleitamento materno além do primeiro ano é danoso para a criança sob o ponto de vista psicológico. Uma parcela de mães, apesar de demonstrar desejo em continuar a amamentação, sente-se pressionada a desmamar por profissionais de saúde, seus maridos, parentes, vizinhos e amigos. Pois, para a manutenção do paradigma que sustenta a afirmação de que amamentação prolongada não é natural, foi necessário criar vários mitos tais como o de que uma criança jamais desmama por si própria, que a amamentação prolongada é um sinal de problema sexual ou necessidade materna e não da criança e que a criança que mama fica muito dependente. Algumas mães, de fato, desmamam para promover a independência da criança. No entanto, é importante lembrar que o desmame provavelmente não vai mudar a personalidade da criança. Além disso, o desmame forçado pode gerar insegurança na criança, o que dificulta o processo de independização.

O desmame pode ser agrupado em quatro categorias básicas: abrupto, planejado ou gradual, parcial e natural. Sob a ótica de que o desmame é um processo de desenvolvimento da criança, parece razoável afirmar que o ideal seria que ele ocorresse naturalmente, na medida em que a criança vai adquirindo competências para tal. No desmame natural a criança se auto-desmama, o que pode ocorrer em diferentes idades, em média entre dois e quatro anos e raramente antes de um ano. Costuma ser gradual, mas às vezes pode ser súbito, como por exemplo em uma nova gravidez da mãe (a criança pode estranhar o gosto do leite, que se altera, e o volume, que diminui). A mãe também participa ativamente no processo, sugerindo passos quando a criança estiver pronta para aceitá-los e impondo limites adequados à idade. O Quadro 1 apresenta os sinais indicativos de que criança pode estar pronta para iniciar o desmame:


Quadro 1. Sinais sugestivos de que a criança está madura para o desmame

• Idade maior que um ano

• Menos interesse nas mamadas

• Aceita variedade de outros alimentos

• É segura na sua relação com a mãe

• Aceita outras formas de consolo

• Aceita não ser amamentada em certas ocasiões e locais

• Às vezes dorme sem mamar no peito

• Mostra pouca ansiedade quando encorajada a não amamentar

• Às vezes prefere brincar ou fazer outra atividade com a mãe ao invés de mamar

É importante que a mãe não confunda o auto-desmame natural com a chamada “greve de amamentação” do bebê. Esta ocorre principalmente em crianças menores de um ano, é de início súbito e inesperado, a criança parece insatisfeita e em geral é possível identificar uma causa: doença, dentição, diminuição do volume ou sabor do leite, estresse e excesso de mamadeira ou chupeta. Essa condição usualmente não dura mais que 2-4 dias.

Algumas vantagens do desmame natural encontram-se no Quadro 2:


Quadro 2. Vantagens do desmame natural

• Transição tranqüila, menos estressante para a mãe e a criança

• Preenche as necessidades da criança até elas estarem maduras para o desmame

• Fortalece a relação mãe-filho

• Ajuda a mãe a ser menos ansiosa com relação aos estágios de desenvolvimento de seu filho

O desmame abrupto é desencorajado, pois se a criança não está pronta, ela pode se sentir rejeitada pela mãe, gerando insegurança e muitas vezes rebeldia. Na mãe, o desmame abrupto pode precipitar ingurgitamento mamário, bloqueio de ducto lactífero e mastite, além de tristeza ou depressão, por luto pela perda da amamentação ou por mudanças hormonais.

Muitas vezes a mulher se depara com a situação de querer ou ter que desmamar antes de a criança estar pronta. Nesses casos, o profissional de saúde, em especial o pediatra, deve respeitar o desejo da mãe e ajudá-la nesse processo. O quadro 3 apresenta os fatores que facilitam o encorajamento do bebê para o desmame.


Quadro 3. Encorajando o bebê a desmamar: facilitadores

• Mãe segura de que quer (ou deve) desmamar

• Entendimento da mãe de que o processo pode ser lento e demandar energia, tanto maior quanto menos pronta estiver a criança

• Flexibilidade, pois o curso é imprevisível

• Paciência (dar tempo à criança) e compreensão

• Suporte e atenção adicionais à criança – mãe não deve se afastar neste período

• Ausência de outras mudanças ocorrendo: Ex.: controle dos esficteres

• Sempre que possível, desmame gradual, retirando uma mamada do dia a cada 1-2 semanas.

A técnica utilizada para fazer a criança desmamar varia de acordo com a idade da mesma. Se a criança for maior, o desmame pode ser planejado com ela. Pode-se propor uma data, oferecer uma recompensa e até mesmo uma festa. A mãe pode começar não oferecendo o seio, mas também não recusando. Pode também encurtar as mamadas e adiá-las. Mamadas podem ser suprimidas distraindo a criança com brincadeiras, chamando amiguinhos, entretendo a criança com algo que lhe prenda a atenção. A participação do pai no processo, sempre que possível, é importante. A mãe pode também evitar certas atitudes que estimulam a criança a mamar, por exemplo, não sentar na poltrona em que costuma amamentar.

Algumas vezes, o desmame forçado gera tanta ansiedade na mãe e no bebê, que é preferível adiar um pouco mais o processo, se possível. A mãe pode, também, optar por restringir as mamadas a certos horários e locais.

As mulheres devem estar preparadas para as mudanças físicas e emocionais que o desmame pode desencadear, tais como: mudança de tamanho das mamas, mudança de peso e sentimentos diversos tais como alívio, paz, tristeza, depressão, culpa e arrependimento.

Já se avançou muito na valorização do aleitamento materno nos últimos tempos. A recomendação da duração da amamentação passou de 10 meses na década de 30 para dois anos ou mais nos dias de hoje. Atualmente, fala-se em desmame natural como a forma ideal de desmame, sem especificar uma idade mínima ou máxima para que esse processo ocorra. Apesar desse avanço ainda estamos longe de encararmos o desmame como um marco do desenvolvimento da criança. Para chegarmos a este estágio, faz-se necessário entender e enfrentar as circunstâncias que, segundo Souza e Almeida, “ultrapassam a natureza e desafiam a cultura e a sociedade”.

Fonte: site da Sociedade Brasileira de Pediatria
http://www.sbp.com.br/show_item2.cfm?id_categoria=21&id_detalhe=1845&tipo_detalhe=s

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Vacina....bom pra quem?


O assunto de hoje é: vacinas.

Participo de um grupo de discussão sobre vacinas e tem muita gente séria e comprometida com a saúde (médicos, enfermeiros, nutricionistas, entre outros) e eles costumam trazer muitos artigos de fonte confiável sobre as vacinas. Tem muita coisa, mas aos poucos vou colocando aqui alguns trechos para que vocês possam criar uma certa curiosidade sobre o assunto. Tem muita coisas para se pensar e questionar e não pretendo esgotar o assunto, uma vez que seria impossível. Contudo, pretendo mexer um pouco com o senso comum de que todas as vacinas são boas e que as mesmas são responsáveis pela extinção de doenças (creio que essa seja a maior das mentiras a respeito das vacinas). Então, vamos lá!

"A pergunta que não quer calar"

"Muitas de nossas crianças nascem com uma pré-disposição genética para reter metais pesados (cobre, chumbo, alumínio, mercúrio, etc) no organismo ao invés de excretá-los. O problema maior é causado pelo mercúrio, sob a forma de "Thimerosal" contido nas vacinas infantis.
Ou seja, quanto mais vacinas contendo mercúrio são administradas maior a regressão e a quantidade de mercúrio acumulado no organismo. Após o término do ciclo de vacinação infantil, estas crianças tem acumulado no organismo quantidade de mercúrio superior até 72 vezes acima do limite máximo tolerável para uma pessoa adulta.

Ocorre que o mercúrio permanece na circulação sangüínea por volta de 6 meses após a exposição, depois vindo a se concentrar no cérebro, ali permanecendo "oculto" e causando grave degeneração dos neurônios. Lamentavelmente, quanto mais tempo se leva para detectar a intoxicação por mercúrio, mais comprometido se torna o indivíduo, pois o mercúrio causa danos irreversíveis.

Pelo menos nos Estados Unidos, desde 2001 já não são mais fabricadas vacinas contendo Thimerosal (mercúrio). No Brasil, a situação ainda são fabricadas e aplicadas vacinas com mercúrio. Porém cabe destacar que, não são as vacinas propriamente ditas que induzem ao autismo, mas sim o "conservante" Thimerosal que é o causador do problema. Embora, as vacinas também possam causar problemas de saúde à indivíduos hipersensíveis."

Fonte: http://www.autistas.org/mercurio.html


Então, a pergunta que não quer calar é "porque ainda usamos esse conservante (Thimerosal=mercúrio) nas vacinas brasileiras"?

Efeitos adversos

Aos poucos, começam a surgir notícias de efeitos adversos da vacina H1N1 e, naturalmente, os defensores de vacinas dirão que são poucos casos de sequelas ou morte, ante o enorme número de pessoas que será "protegido" da ação do vírus.
Sendo que as estatísticas sempre acabam sendo imperfeitas, já que muitos desses casos não são computados como decorrentes da vacinação e muitos outros nem são reportados.
Lamento a situação daqueles que se enquadrarão nesse "pequeno número" de prejudicados...

27/03/10 às 08h32min

Criança faleceu à caminho do Hospital

Itaituba - Em Fordlândia, sudoeste do Pará, foi registrada a morte de um bebê, de apenas 1 ano e 4 meses, após a aplicação da Vacina contra o vírus H1N1.

Na última terça-feira (23), o menino recebeu a primeira dose da vacina e horas depois começou a passar mal. De acordo com informações a criança já estaria com febre antes de tomar a medicação.

De volta ao posto de saúde o bebê foi medicado com antialérgico, porém o estado de saúde se agravou ainda mais. A criança foi levada de barco para Itaituba mais faleceu durante a viagem.

Fonte: http://notapajos.globo.com/lernoticias.asp?id=32386

China reporta problemas de paralisia c/a vacina

Guangzhou/China - Autoridades de controle e prevenção de doenças em Guangzhou (Cantão) receberam relatos de que algumas crianças ficaram doentes ou paralisadas após receberem a vacina contra o H1N1, em meio ao atual escândalo da vacina na província de Shanxi.

Após uma investigação inicial, alguns casos em Guangzhou, capital da província de Guangdong, têm sido estranhamente ligados à vacinação, disse Wang Ming, diretor do Centro de controle e prevenção de Doenças de Guangzhou.

"Nós conduzimos uma investigação imediata após o recebimento dos relatórios. Até agora, não podemos dizer se os casos estão definitivamente ligados com a vacinação", disse Wang a Yangcheng Evening News na quarta-feira.

É necessária mais investigação para preparar uma avaliação completa, segundo Wang.

Em um caso recente, Xian Weijian, um estudante de 10 anos do distrito de Baiyun, descobriu que não podia se apoiar na perna esquerda na noite depois que recebeu uma vacina contra a gripe H1N1 na escola na segunda-feira.

Xian foi dos 1.000 alunos que receberam a vacinas na escola naquele dia. O resto dos alunos não desenvolveu qualquer doença ou sintomas desconfortáveis.

"Meu filho não tinha quaisquer problemas de saúde antes de receber a vacina. Devev haver problemas com a vacina", disse o pai de Xian.

Xian foi enviado ao hospital infantil de Guangzhou para tratamento posterior.

"Se descobrirmos que os casos estão relacionados à vacina, iremos realizar uma investigação mais aprofundada e punir seriamente as pessoas envolvidas", disse Wang.

O relatório do inquérito inicial foi apresentado às autoridades governamentais, mas Huang Sui, um oficial de imprensa do Serviço de Saúde de Guangzhou, disse que ainda não foi fixada data para a publicação do relatório.

O prefeito de Guangzhou, Zhang Guangning, também pediu aos departamentos relacionados para conduzirem um inquérito exaustivo sobre o caso na terça-feira após receber um telefonema de uma mulher local.

A mãe alegou que seu filho de 15 anos desenvolveu paralisia nas pernas depois de receber a vacina H1N1 no ano passado.

"Ele ficou paralisado após receber a vacina. Como podemos acreditar que seu problema não tem nada que ver com a vacinação?" , perguntou ela.

Fontes:
China Daily: More vaccine problems reported:
http://www.chinadaily.com.cn/cndy/2010-03/25/content_9638266.htm

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010


Tia Corina...e as cenouras!!

Algum tempo atrás - 13 anos para ser mais precisa - tive o prazer de morar 3 meses com uma tia querida chamada Corina. Pessoa muito alegre, ativa, brincalhona e, acima de tudo, muito cuidadosa com sua casa. No fim da minha adolescência, eu gostava muito era de dormir e de ajuda-la, porém sempre depois que ela já havia feito quase tudo.

Não entendia o motivo pelo qual ela tinha que limpar a casa todo dia, preparar a comida todo dia, perguntar como foi o dia dos outros membros da família...todo dia! Entre um descanso e outro eu tentava aliviar o peso de suas tarefas e me oferecia para fazer algo. O que sobrava para mim eram tarefas simples, nada muito penoso, a não ser pelas cenouras!
Tinha que ter cenouras no jantar???
Pobres cenouras, não faziam mal a ninguém, pelo contrário! Mas tinha que ser cenoura ralada? Não podia ser cozida em rodelas ou colocada dentro do feijão em pedaços??
Não, tinha que ser cenoura ralada. Mas não pára por aí.
Era necessário usar o ralador pequeno, que ralava mais fino, bem fininho, inclusive ralava o nosso dedo vez por outra.
- Mas tia, tem que ser nesse tão fininho? Por que não posso ralar no mais grosso??
- As crianças preferem assim. Respondia ela.
Simplesmente isso: "elas preferem assim".
Mas não eram elas que ralavam. O que importava se elas gostavam assim ou não?
Deveriam comer como viesse para a mesa! pensava eu, cá com meus botões!
Ainda bem que raramente tia Corina pedia para eu ralar as benditas cenouras, pois o sabor certamente não ficava o mesmo de quando era ela quem ralava, sem murmurar.
Anos (muitos anos) se passaram e hoje fui fazer salada de cenoura para o almoço.
Cozidas em rodelas? Pedaços no feijão??
Não! Raladas - e no ralo fino.
Por quê??
Porque fica bem mais gostoso e todos, inclusive eu, gostamos mais assim.
Desde que voltei da casa da tia Corina, nunca esqueci do cuidado que ela tinha em ralar as cenouras, com amor, para agradar os seus.
De qualquer jeito que ela fizesse, certamente iria servir de alimento e nutrição. Mas daquele jeitinho...hum....tinha um sabor extra, de capricho, de carinho.
Enquanto escrevo sinto uma leve dorzinha, no meu dedo. Junto com a cenoura foi um pedaço dele. Uma tampinha de nada da pele, mas como doeu. Na mesma hora lembrei-me da tia e não desisti, ralei até o final. No almoço...todos gostaram da saladinha caprichada!
Senti-me compensada!
É possível que tia Corina não rale mais as cenouras. Certamente permanece agradando os seus.
Cuidar da família é assim: às vezes tira um pedacinho de nós, exige um tempo a mais. Contudo, o resultado é muito bom.
A felicidade no lar é feita dessa forma, com pequenos gestos, dia após dia!
E, paulatinamente, a gente vai contruindo um ambiente seguro, forte e aconchegante, para o qual nossos queridos sentem prazer em voltar e sentem-se felizes por aqui estar.
Ralemos nossas cenouras, sejam elas o que forem...mas sem murmurar...rs!

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Cozinha: lugar do coraçao!


Um bolinho no final da tarde...hum...que gostosura. Muito mais do que simples alimento, é uma demonstração de cuidado e carinho. Cheiro de bolo assando é um verdadeiro perfume no lar. Ele entra pela casa toda e vai chamando cada um para um momento de abraço coletivo, saboreando algo feito com amor. E na hora do almoço, quando a fome começa a apertar? Aquele cheirinho de alho e cebola dourando....ai, que delícia! E todo dia é dia de cozinhar. Coisa chata? Sim, às vezes. Cansativa? Sim, várias vezes. Porém, quando me lembro que cozinhar para a família é uma forma de demonstrar amor...compensa cada cebola descascada. Pensando assim, me veio algo na mente. O tamanho das cozinhas! Anos atrás, a cozinha era o principal lugar da casa. E, diga-se de passagem, o lugar mais gostoso de se estar. Lá, a mãe gastava a maior parte do seu tempo, cozinhando, amando... E os outros membros da família queriam estar perto. Enquanto se cozinha, também dá para conversar, para aconselhar, dar bronca e jogar papo fora. Mas nessas cozinhas apertadinhas??? Só cabe um! O principal cômodo da casa foi transferido para a sala e, ao invés de longas conversas a beira do fogão, temos longos silêncios, na frente da televisão. Comida para família??? Pede pizza! Ah! Tem também os congelados para microondas. Nossas mãos já não tem o aroma do tempero, pois hoje o bonito é cheirar a esmalte ou perfume caro apenas. Não, eu não gosto de cheiro de alho na mão, mas não me incomodo quando, depois de cozinhar, ainda sinto o cheiro gostoso da mistura dos sabores. Só lavar...sai fácil. A cozinha dos meus sonhos é a cozinha do coração. Grande, com mesa para todos se sentarem. É uma cozinha na qual os membros da minha casa podem chegar e se acomodar para juntos, enquanto cozinho, trocarmos muitas idéias. Ela é do coração porque é de lá que bombeio a vida para todas as outras partes da casa. É lá onde acolho os sentimentos que vem dos outros membros desse corpo complexo, que é minha família, e os absorvo, como absorvo os cheiros que emergem das panelas. Minha cozinha é pequena, que pena. Mas com jeitinho cabe todo mundo! Quantas vezes fiquei deitada no chão dela, contando histórias para minha filha enquanto o feijão cozinhava! Como foi gostoso vê-la desenhar a letrinha do seu nome, pela primeira vez, no chão da minha cozinha! Sem falar que, por ser pequena, toda hora a gente se esbarra no amor da nossa vida e logo o aperto vira pretexto para um beijo, um abraço, um afago. É, eu ainda quero uma cozinha grande, mas como ainda não dá, vou transformando minha pequena cozinha num lugar cheio de amor e paixão. Seja qual for o tamanho, qualquer cozinha pode ser um lugar do coração!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Sophia nasceu...e foi em nossa casa!


Estou há muito tempo sem postar nada....que coisa!
mas agora vai demorar mais ainda, pois minha segunda filha nasceu - Sophia!
nasceu em casa, dentro da água, tranquila, sem chorar, sem se assustar com o lado de cá.
quem fez o parto?? Eu e o pai dela!!
Mas tivemos a assistência de uma enfermeira obstetra muito gente boa, pessoa querida, que ficou ali do lado, fazendo o que todos os médicos deveriam fazer....assistir, acompanhar.
Foi uma emoçao só.
Vou colocar o relato aqui, assim que o fizer.
até breve!!!